Cem anos de solidão ou apenas as férias
Tenho passado este mês com Gabriel,
escuto os opróbrios dos seus personagens que tiveram muitos anos de sofrimento e miséria para conquistar os privilégios da solidão. Com ele divido o meu macilento começo de ano. Me sinto uma Buendia odiando a idéia de viver fracassos sentimentais durante as datas mais importantes da "cultura subdesenvolvida de terceiro mundo". A desilusão e o triunfo da perda é tão grande que poderia ser Amaranta.
Ao menos divido isso com o homem que usou de muitas facetas para dizer que morreria sem problemas de amor e ainda que todos somos qualquer um...qualquer. Qualquer um qualquer.

1 Comments:
Bom saber um pouco mais de você prima, por aqui que seja!
Seja sempre do bem...do bem mesmo!
E você escreve muito bem..
Abraços
18.1.08
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